Mulher é detida por operar farmácia clandestina em Jaboticabal Uma mulher foi presa em Jaboticabal por manter uma farmácia ilegal com medicamentos controlados e anabolizantes. Uma mulher, que se autodenomina líder comunitária, foi presa em Jaboticabal sob a acusação de operar uma farmácia clandestina. A detenção ocorreu durante uma operação da Polícia Civil, que encontrou no local anabolizantes, medicamentos controlados e outros produtos sem a devida autorização para distribuição.
Operação policial e investigação
A prisão foi realizada após policiais monitorarem as redes sociais da suspeita, identificada como Joice Cristina Radaelli. Segundo o delegado Igor Dora, ela promovia a venda de medicamentos e estava expandindo o espaço utilizado como centro de distribuição, o que levantou suspeitas.
Justificativa da suspeita
Joice alegou à polícia que os medicamentos eram recebidos como doações e distribuídos gratuitamente para pessoas carentes. No entanto, a autoridade policial esclareceu que essa prática não isenta a necessidade de licença para o armazenamento e distribuição de medicamentos.
Produtos apreendidos e investigações em andamento
Entre os produtos apreendidos, estavam medicamentos de uso controlado, incluindo aqueles classificados como tarja preta. A polícia agora investiga a origem desses itens e tentará determinar se parte deles foi desviada do Sistema Único de Saúde (SUS). Os investigadores coletaram os lotes para análise, buscando verificar se realmente foram doados ou se foram obtidos de forma irregular.
Irregularidades na instalação elétrica
Durante a operação, a polícia também descobriu uma ligação clandestina de energia elétrica no imóvel onde os medicamentos estavam armazenados. Sem um medidor de energia, a concessionária confirmou que havia uma ligação direta ao poste, levando à prisão da mulher também por furto de energia.
Recomendações e estado da investigação
Até o presente momento, não foram registrados relatos de problemas de saúde relacionados ao uso dos medicamentos adquiridos naquele local. A polícia orienta que qualquer pessoa que tenha utilizado os produtos e apresentado reações adversas entre em contato para fornecer informações. Joice Cristina Radaelli foi encaminhada à delegacia e permanece sob custódia aguardando as determinações da Justiça. A defesa da suspeita ainda não se pronunciou sobre o caso.







